Sei que sou um vagabundo dos amigos desprezadoEu já fui feliz na vidaTambém tive um lar honradoHoje quem me vê bebendo sempre na rua caÃdoMe condena sem saberO quanto sofre um homem traÃdoE quando a noite vai se apagandoSempre estou dormindo sobre uma calçadaEntão só desperto com a algazarraDos companheiros da madrugadaSão os boêmios que vem de regressoDa suas noitada pelos cabarésTrazendo de braços as novas conquistasEntre elas vejo a minha mulherEm seu lindo rosto sob a maquiagemEu percebo a mágoa da desilusãoO seu novo amor com que me traiuTambém já lhe fez uma cruel traiçãoHoje desprezada está vivendo ao léuVende seu amor para matar a fomeMais é muito tarde compreender seu erroVeja o quanto sofre uma mulher sem nome