Mundo Novo – Caos do Subúrbio – letras

Fala: ?Pra muitos o hip hop morreu, mas pra nós não. ?GegêFalemos de evolução agora, em tempos de paz, chapas friasNo inverno das misérias gritam regras que destilamRimas e prosa no talo, frisam certezas bestasForjam tretas e o hip-hop se fode, abre o pote, a cestaPro bote de homens do cofre… O compromisso desandouTamo confuso e fraco, é nós de novo no relentoLento so no talento, vencendo o môio podre no chãoSeparados feito elo desgarrado… in tha babylonE as bombeta, as calça larga ainda é medo, o nosso vicioEsquece das pancadas na lata como choque, tá ai o perigoE se não me falha a memória a parada nasceu nas ruasOnde o arrego não existe e tua pessoa mano… é sua condutaNegro Rásaí Niggaz eu lembro bem, os valores eram outros,ideologia tambémTim maia, Racionais, Pepeu, Jorge bemNós nem pensava em ter cemCurtia bem, só com tubaína e zamba bemMoleque de Black, cê lembra? favela tambémNas ruas de terra eu rimava pra ela e porémNa condição dos irmãos pensava bemSituação dos preto bom desde ontem canseiSaudade daqueles tempos, eu seiEventos lotados, bate cabeça, UBC e Wu Tang ClanHoje vejo os corres, no passado aos novos tambémExperiência ganhei, valorizei, pensei, quase nada mudou…Eu lembro bemRefrãoO hip-hop bateu forte como bomba de circulaçãoEsse ar eu respirei me trouxe o novo, a revolução!Olhei a frente e vi o horizonte lá longeUm mundo novo eu sentiFala: ?Aqui LuizPreto, pra mim foi mais ou menos assim ó… ?LuizPretoJogado no fundo do gueto, pensando num jeito de resistirQuando escutei, primeira vez, logo pensei: Maluco, é isso aquiQue eu quero, sem perceber já tava no exércitoDos que risca, do que gira, dos que rima, dos escribasÓ só que louco, bagulho trinca e estremece o corpo,chapa o cocoPerifa-quilombola tá no jogo… ói nois de novoHiphopando pra te blindar, como se fosse um patuáPra ideia ruim não te arrastarSó pra citar, desde a Jamaica, Trench TownO rap vive, enquanto vários pregam seu funeralNo palco onde as verdes criaram seu mainstreamOvacionaram o Caim, fecham as cortinas e fim!EliabeE o barco é o mesmo e quem também afunda nestas ondasDão imagens pobres do subúrbio, é mo lombraComo vemos quase nada mais faz sentidoVivo o que rimo sem representação… ó, pode passar batidoDa era dos cabra da pedra lascada até agoraAmenizou a brasa chapou, viajou e tá trocado pela prataEntendo vendo e sei que quem apanha nunca esqueceSe passou a febre, redenção, clichês e bandeiras, é o testeDe novo não dá, nadar no rio vazio e acreditarEm valores fetichistas a se espatifar pelo arEntão o caos não me hipnotiza, seguirei nesse expressoDe lá pra cá o plano é um só e eu protestoRefrãoO hip-hop bateu forte como bomba de circulaçãoEsse ar eu respirei me trouxe o novo, a revolução!Olhei a frente e vi o horizonte lá longeUm mundo novo eu senti

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