Nada – A Banca 021 – letras

Não tem conversa fiada, o papo é direto na lataNego, eu ouvi fala que esse meu rap num ia da em nadaFlagra, só se tive pra colaNós chateia os camarada que só que fala!Segura a levada, as ‘mule’ safadaEncanta a moçada e não ganha nadaTo botando a cara a tapaNão bota, não leva nada!To jogando as cartasNada vem de graçaAqui é a rua, não a calçadaNão aguenta então passa!Corre só não fica na minha frenteJá penso parar? não pense nisso nem derrepente!Somos nós, a banca não enrolaSem muito papo da antiga é rap pra nova escola!Da agonia aos versos, viagens, decretosA certeza do sonho, com o pé no concreto discretoApaga luz que a chama vai brilharTo aqui pra fazer som, até a morte me leva!URSOLEONENem o vento apaga minha baga’Qué’ rap? Atura, segura a rajada!É minha viagem, minha viagem que se foda!São os ‘maluco louco’, no jogo, e a vida ‘loka’!Já era! embaço, num vai passa nada!Mentira, miséria, fica la fora, aqui dentro só brasa!Vai lá, Há! queimando as regras, bye bye!Eu quero é distância, emocionados do ‘carai’!Então vai, fui, já foi amor, agora é lutoE eu luto, do meu punho, e ainda querem leva tudo!E agora? é guerra? A verdade? ou conversa fiadaQuem fala não paga minhas contas, ‘tnc’ não banca nada!Então se liga, vai, porque teu olho já não vêMe chama de piada e a cópia ta na TVNão é engraçado não, é a mentira maquiadaTe chega como verdade, tua mente foi tomadaEnvenenada, cuidado que nada vem do nadaA verdade existe, é a rua, e a rua nunca falha!E rua nunca falha!PORTOA sensação que explode ambiente místicoSem abalo ao embalo de lá fora mundo fictícioShiu! não fala nada, diferente, virou pequenocai firme sereno, discernimento voa no som ao ventoVai vendo, independente do tempoDesculpa a vontade – perante a vocês agindo assimSuave no lentoNão ‘pangua’! Se moscar, já viu os moleques sedentosleves como vento, (puta que pariu!) « olha o talento… « suicida boto minha vida, tipo 10 leões ferozes!e nem por um decreto irão calar nossas vozesAnarquia como de praxe to pouco ligando para som light!Como uma praga meu som o rádio do seu filho agora invadeAhh, ‘ce’ agora viu ‘né’?Mesmo em tempestade, ‘tamo’ aqui de pé maneRha! agora segura! sem massagem, atura!E esse é só o começo, vim pra levantar a cultura!

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