Somos reféns, refénsRefém, refémTá tudo cercado e eles não vêemMeu corpo é fechado, eles não temSuingue dobrado, seu jogo mandadoNão me detémVoando alto eu vou, enxergo na neblinaà noite de operação, lá em cimaSangra o coração, cheiro da carnificinaCéu de brigadeiro, ave de rapinaNão pise na gramaTá cheio de veneno na planta veganaEi, quem dá as cartas? GranaMoney, money money, babyPelos ares, cocaine, maydayA coisa tá branca, derrubem os reisThis is América, welcome to the roçaCopa do mundo é cortina de fumaça, corta!Joga outra dose nessa feridaAmor, eu sou mais do que essa vidaDançando com a morte e isso me excitaRefém, refémTá tudo cercado e eles não vêemMeu corpo é fechado, eles não temSuingue dobrado, seu jogo mandadoNão me detémRefém, refémTá tudo cercado e eles não vêemMeu corpo é fechado, eles não temSuingue dobrado, seu jogo mandadoNão me detémPé descalço das antigaJogados à sorte, buscando a saÃdaFogos de artifÃcio, é artificial essa brisaAvisa… Meu valor ainda tá por baixo da camisaDentro do peito, ôôPlano infalÃvel, desinformação acessÃvelManipulação da moral, prisão invisÃvelEu sou daqui mas fui deportadoTenho a liberdade de permanecer caladoFinge que não vê, que não sabeQuem pode acabar com a guerra, não quer que ela acabeE segue o baile, tudo normalVoo kamikaze, morre no finalBloco tá na pista e não é carnavalVida cobra à vista, sem versão trialRefém, refémTá tudo cercado e eles não vêemMeu corpo é fechado, eles não temSuingue dobrado, seu jogo mandadoNão me detémRefém, refémTá tudo cercado e eles não vêemMeu corpo é fechado, eles não temSuingue dobrado, seu jogo mandadoNão me detém