No lombo bagual do versoEu cavalgo fronteira e serraE nos corcóvio da rimaMuitos trovador se enterraSe ela me derrubarFazendo eu beijar a terraCom este mesmo tirãoSaio co’a riba da mãoTomando um grito de guerraDois trovador em disputaPor mim já está confirmadoSão dois gaúcho gineteGinete ou mingarumbadoDonde um bagual é o versoTrazendo os dois apertadoà cosa muito importantePorque o que não se garanteSai de pescoço quebradoà cousa linda de verLargando ladeira abaixoSalta cerca, pula sangaCruza restinga e riachoUm prende o grito pra o outroRespeite aqui o Ãndio machoà um duelo de esgrimaDe quem entende de rimaQue é coisa linda que eu achoQuero deixar um pedidoPra esta geração mais novaQuando eu for pro campo santoDão sete palmos de covaSiga o gineteão da rimaEm rodeios fazendo provaPode ocupar meu arreioPor favor, não façam feioE nem deixem morrer a trovapor nelson de campos