Eu já falei demaisSozinhoAgora me caleiPra me ouvirQuantas verdadesEm barcos de papelNão resistiram ao marEu canto e conto o grito da minh’almaO que não cabe mais na calmaSem qualquer convicçãoDe ser ouvido{poesia}Eu e meu cantoGrito que explode no peitoNo pranto me espantoE mesmo sem jeitoForça ou fé em mimCanto por que assimMe sinto inteiroFiel, verdadeiroAo meu mais profundo chamadoCantar em ouvidosCantar nos amigosCantar mesmo calado