Noite de Hotel – Caetano Veloso – letras

Noite de hotelA antena parabólica só capta videoclipsDiluição em água poluída(E a poluição é química e não orgânica)Do sangue do poetaCantilena diabólica, mímica patetaNoite de hotelE a presença satânica é a de um diabo mortoEm que não reconheço o anjo torto de CarlosNem o outroSó fúria e alegriaPra quem titia Jagger pedia simpatiaNoite de hotelÓdio a Graham Bell e à telefonia(Chamada transatlântica)Não sei o que dizerA essa mulher potente e iluminadaQue sabe me explicar perfeitamenteE não me entendeE não me entende nadaNoite de hotelEstou a zero, sempre o grande otárioE nunca o ato mero de compor uma cançãoPra mim foi tão desesperadamente necessário

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