ô baiana que vem de Alagoasteu bumba não zoade vida achurriadatrês pancadas do lado de forabaiana vam’boraque é de madrugadaé um é dois é trêsbaiana chegueiarrepare quem vaiseu rapaz o senhor não tá vendobaiana dizendonum peleje maisô baiana, quem foi que te disseque bala de riflematava ninguéma bala que mata é bala de revólverchoque de automóveltrombada de tremô baiana, o Ernâne casounão me convidoufez papel de safadoo calçado, sapato sem meiaa noiva era feiacomo um trem viradoô baiana, se você quisereu faço um chaléque é pra nós dois morábarrado de prata, bordado de ouroparece um tesourode Minas Gerá