O Crápula – Eduardo Dussek – letras

Eu fui tomado de surpresaTeu bilhete sobre a mesaDa sala de jantarEu me arrependi, no duro!Me ajoelhei no escuro e desatei a chorarVocê levou tão a sérioUm simples caso de adultérioE jogou tudo pelo chãoNão seja má, não insista em magoarO meu pobre coraçãoNão posso olhar para a nossa camaO teu cheiro em meu pijamaTeu retrato bem em frenteO relógio ainda despertaNa mesma hora certa em quePegavas no batenteSe você me sustentavaA vizinha me acusavaDe injusta exploraçãoE o que me restaÉ te pedir que seja honestaEu mereço uma pensão.

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