Órfãos da noite – E6 – letras

Mais um dia, nem um tostãoAndando pelos sinaleiros, muita gente, e quase ninguémPra me ajudar, quase ninguém pra me aceitarVejo uma moça desmaiando e um « muleque » cheirandoCola -Cola ele ali! Ele não vai escaparPega… pega aquele ali! não adianta chorarQuem somos? O que somos?(Refrão)Somos órfãos da noiteCrio planos, faço planos, mas não saio do lugarSomos órfãos da noite: Implorarmelhorar, onde quero estar?Somos órfãos da noite… chorarEstamos perto da morteO futuro da nação não estáa na minha mãoDependemos da sorteDe alguém acreditar e estender a mãoSomos órfãos da noite: Silenciar… Novo dia vai clarearMais um dia, uma tarde, duas noites, três « madrugas »Um trabalha honestamente, outro pede a sua ajudaJá não sei se é possivel a « semente germinar »Pois o « mau » esta em casa, esta na praça, esta no barMuitos fingem não enxergar, abra o olho cidadão!Então diga o que se ve? o que se vê acontecer na ruaRosto lindo, sonho vivoestão cansados de dormir na chuvaTemos a cor da noite, temos a cor dos diasSe somos todos iguais por que tem que ser assim?Temos a cor da noite, temos a cor do diaDeus vai dizer por nós, a noite dirá por mimÓrfãos da noite: Crio planosfaço planos, mas não saio do lugarÓrfãos da noite: Implorar, melhorar, onde quero estar?Órfãos da noite: chorarPerto da morte: O futuro da naçãoUns têm sorte: É só estender a mãoÓrfãos da noite: Eu não quero mais chorarVou sair deste lugar… Também tenho um coraçãoNovo dia vai clarear

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