Pare e Reflita – A Função 1912 – letras

Não admite falha, morador de uma favelaCrescido na viela, a vida é sofrida e eu só conheço elaNascido em Sorocaba, mais um mano sofre entãoQue vira a madrugada, em busca de um ganha pãoNão confia na polícia, pois sabe qual que éQuando eles descem aqui, derruba quem tá de péDescendo a quebrada, passando no campãoMinha barriga gela e calafrio vem entãoA tal da força tática sempre só pega os fracosEncosta vagabundo para não virar finadoNa hora eu pensei, já era minha vidaEstava no meu bolso com apenas uma fitaPolícia já chegou, perguntou logo meu nomePassei a caminhada porque sou sujeito homemO outro me chamou até de vagabundoPuxou o Dvc, tá perdido, vai pro fundoNa hora da revista, eu pedi pra DeusQue ele me ajude, que eu também sou filho seuAcharam aquela fita que tava no meu bolsoPensei naquela hora, vou sair levando socoPolícia perguntou, o que é isso aí seu toloSou apenas um viciado que anda na humildadeEu não quero nem saber, vai falando a verdadeNão tem nenhuma verdade que eu possa me expressarCagueta hoje ali, mais tarde ele vai pagarEles me espancaram, até me enforcaramDepois saíram, foram me chamando de fatoFiquei firmão e fortão com a graça de DeusHoje eu to aqui falando o que aconteceuPor isso é que a vida é com altos e baixosO crime não compensa e nem admite falhasA vida é assim com altos e baixosO crime não compensa e nem admite falhasO crime não compensa e nem admite falhasO crime não compensa e nem admite falhas

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