Um dia, numa noite enluaradaNuma hora improvisadaLá no céu teve uma festaJuntou a fina flor da bicharadaE o que foi a patuscadaAté Deus já duvidouMacaco se vestiu de marinheiroGafanhoto era goleiroMarimbondo sacristãoAranha fez a teia na gandaiaE o veado era cobaiaJabuti tabeliãoArara, tinha uma da amazôniaNa maior sem-cerimôniaMal sabia soletrarHavia tatu-bola dando bolaCobra d’água na violaSó de papo para o arUrubu tirou a damaJaburu fazia charmeAraponga deu alarmeFoi virando um sururuCachorro com coleira de linguiçaE a preguiça com preguiçaDe parar de descansarFormiga tinha pau da tanajuraQue no jogo de cinturaEra dona do lugarMacaco derramado no discursoApoiava o amigo ursoCanditado a senadorBode jogava jogo duroEmprestava só a juroEra franco atiradorPica-pau furou a filaBem-te-vi cantou de galoDeram um trote no cavaloQue caiu que nem jacuCalango dançou tango com a lacraiaE o marido da jandaiaReclamou do gaviãoMorcego deu rasante na galinhaPeriquito entrou na rinhaPra tomar satisfaçãoO sapo de chapéu e suspensórioTinha vindo de um velórioNa maior animaçãoA zebra, que acertou na loteria,Desfilou na freguesiaCom a parte do leãoBeija-flor de mão beijadaJacaré de dedo em risteVira bosta no alpisteTico-tico no fubá