Vê se sai daà de dentroE nos salva desta angustiaCorrompida, alada no olhar de quem pede um pãoComo lágrimas da incubadora a 39ºPedrão, pedrãoNesse cotidiano bizarro chamado caosPra quem pede uma esmola, um troco, um qualquerPedrão, pedrãoComo se fosse a babilônia, uma babelComo um espartano soldado traindo o chapéuComo loucos que tocam na noiteE se tornam irmãos