Tô mal e fraco é o peso da idadeVirado num caco já tô pangaréTô mal e fraco é o peso da idadeVirado num caco, já tô pangaréFaço simpatia, tomo xaropadaQuase me arrebento pra ficar de péEu froxo os quarto, me dá tremedeiraFico me babando se vejo « muié »Que coisa braba meu compadre « véio »Meu pinto papudo, tô perdendo a féDeito borracho, não posso dormirPra coçá a sarna, minha véia me chamaDeito borracho, não posso dormirPra coçá a sarna, minha véia me chamaPensei comigo,vou adular ela,Vou coçar a véia e caio da camaMeu Deus do céu o que que eu vou fazerAssim desse jeito não dá pra ficarMeu Deus do céu o que que eu vou fazerAssim desse jeito não dá pra ficarMe disse o doutor, que eu já tô pifadoUma curandeira me fui consultarMamica de cadela, nó de cachorroFerveu com angú e me mandou tomarA carcaça véia levantou do chãoE o pinto papudo não quis levantarDeito borracho, não posso dormirPra coça a sarna, minha véia me chamaDeito borracho, não posso dormirPra coça a sarna, minha véia me chamaPensei comigo,vou adular elaVou coçar a véia e caio da camaA pobre da véia se desesperouAgarrou os apareio e se foi lá pra sangaA pobre da véia se desesperouAgarrou os apareio e se foi lá pra sangaO que era cabelo a véia arrancou tudoCortou a saia dela e fez uma tangaFez uma gemada de acordar defuntoBago de burro, miolo de porcoPinto papudo parecia bêbadoErguia a cabeça e caia de novoPinto papudo parecia bêbadoErguia a cabeça e caia de novoDeito borracho, não posso dormirPra coça a sarna, minha véia me chamaDeito borracho, não posso dormirPra coça a sarna, minha véia me chamaPensei comigo,vou adular elaVou coçar a véia e caio da camapor nelson de campos