Ãgua que nasce na fonte serena do mundoE que abre um profundo grotãoÃgua que faz inocente riachoE deságua na corrente do ribeirãoÃguas escuras dos riosQue levam a fertilidade ao sertãoÃguas que banham aldeiasE matam a sede da populaçãoÃguas que caem das pedrasNo véu das cascatas, ronco de trovãoE depois dormem tranquilasNo leito dos lagosNo leito dos lagosTerra! Planeta ÃguaTerra! Planeta ÃguaTerra! Planeta ÃguaTerra! Planeta ÃguaTerra! Planeta ÃguaTerra! Planeta Ãgua