Potem – Carandina – letras

É o que me mataÉ o que me consomeÉ a minha impotênciaDiante do tempo que passa impuneÉ o caos que constróiÉ a saudade que queimaÉ a última maréQue vem quebrando às margens da partidaÉ o que caiDepois da chuva soarÉ o que sobraDepois do vento soprarÉ o que caiDepois do ventoRazão de tudo ter um fimQue pena pra mimQue nunca suportei o fimRazão do mundo ser assimEm que todo fimDeságua em mares de dor

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