Envenenaram meu peito preconceitoO que sou onde moroO que é que tem a verA cor da minha peleMoicano no cabeloDiscriminando porquePra você sou mais um qualquer umSem visão mão discriminação nãoSem visão mão eu sou prÃncipe do ghettoSem visão mão discriminação nãoSem visão mão eu sou prÃncipe do ghettoNa favela de aço e concreto todo mundo quietoUm homem condenado por um crime que não cometeuNão chora, não choraSem visão mão discriminação nãoSem visão mão eu sou prÃncipe do ghettoSem visão mão discriminação nãoSem visão mão eu sou prÃncipe do ghettoPor: dayzinháh sillva’