Prisioneiros do tempoA muito tempo esquecidoUm ser sem passadoO destino perdidoO qual não, não, eu não seiNão, não, eu não seiMarcas pelo corpoMostram o sofrimentoDe uma mente vaziaAparentemente normalO mundo que lhe esperaEle não vai compreenderTotalmente perdidoPara o inferno não quer voltarSem solução sà lhe restaEntão, se matar, se matar