Psyché a Eros – A Naifa – letras

Tanto tempo castaApenas admirada,Tanto tempo casta nuncaAmada,Agora, de dia impacienteConto as horasQue impedem a tua chegada.Virás como sempreTrajando o mantoDo homem invisívelDe noite vens velarVens velar o pranto previsívelPromessas levesQue a dor é brevePreliminar do amorQue me atravessaTanto tempo castaApenas admirada,Tanto tempo casta nunca amadaVirás como sempreTrajando o mantoDo homem invisívelDe noite vens velarVens velar o pranto previsívelPromessas brevesQue a dor é brevePreliminar do amorQue me atravessaSorve o leiteSurde o azeiteQue queima o dorsoE no reverso da línguaQue lambe a mão.Sorve o leiteSurde o azeiteQue queima o dorsoE no reverso da línguaQue lambe a mãoDo corpo ocreO atiradorRechaça a cordaDo arco tersoA flecha corta.Tanto tempo castaApenas admirada,Tanto tempo casta nuncaAmada,Margarida vale de gato

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