Purgatório – Daniel DNA – letras

Várias pessoas têm pra falar mal do trampoSó porque eu arranco tripas e lesiono tímpanosNo contrapasso eu faço o que cês não fazArregaço no boombap e no trap cês nem causam tétanoO Rap é ébano só que tá mais pra LíbanoE eu, cigano, seguindo pondo a culpa no sicranoSocando os supremacistas machista brancoQue quando fala cospe um quilo de pelo pubianoE eu tô errando só porque a paz difundoE se a paz não encontramos, por que não reviramos o fundo?A escória humana ainda controla o mundoEntão vamos nos unir pra tomar a porra do trianguloNão engulo o vínculo do versículo no século vinte e umTudo tão ridículo que me fez incréduloMostrou ser sédulo pedindo a senha do cartão de débitoIsso pra mim é o cúmuloPros ideais não ir pro túmulo eternizo a letraEterna igual xarpi no muro de pedraNinguém me pega, tô com as botas de HermesVermes, podem ficar putosporque foi ele próprio que fez a entregaMais rápido que os correios, menóCom certeza o Temer privatizou pro Mr. MNão treme porque o traço tem que ser perfeitoE se tu tremer na base da pirâmide, certeza, o topo gemetô no game não pra jogar, mas pra conscientizartô pra ficar, pra traficar informaçãoE pras mulé que quer gravar um feat na cama comigoMeu contato vai estar na descriçãoBem discreto pra não ser decretado vetoVolto a dizer que nós temos que ser livresVoar o mais alto sem que nos impeçamNão vamos ter pressa e que o mundo gireNão pire, se tu der piripaque é o caminho certoNão escrevo versos pra te deixar no confortoIsso é só uma vírgula do « Boca do Inferno »Vou balançar o inverno, o governoEntão já me considere mortoDevo tá louco de tá falando essas merdasÉ que eu tô vendo todo um filme repetindoTão mentindo pra você e tu ainda não quer perceberMas que se foda já que o dinheiro na conta tá caindoMas calma, mãe, vou ficar ricoE tu e meu pai vão verque eu tenho talento pra fazer essa porraCês pode até achar esquisitoMas serei o mesmo de dez anos independente do que ocorraSó quero dinheiro e uma vida fora de escritórioE vou ser dono dos palcos, não de um consultórioFoi ela que me disse que não ia mais me darFoi ela que me disse que entre nós tinha uma substitutaEntão disse: tá tranquilo, muita féMas pega na mão dela e some da minha frente sua filha da putaÉ uma conduta e uma postura que tem que ser tomadaPorque com quase todos os casos funcionaSeguir em frente e almejar o que faz bemE deixar passar o que te decepcionaNão estacione tua mente no que te faz satisfeitoPorque o mundo não para, o tempo passa e tudo mudaIgual uns caras que tiveram meu respeitoE que hoje em dia tá apoiando ditaduraRabiscando o caderno me entrego aos pensamentosSendo sincero e se não sou aceito, só lamentoTentando passar informações deformando a moralQue tá mal definida no que os moralistas estão fazendoMas calma, mãe, vou ficar ricoE tu e meu pai vão verque eu tenho talento pra fazer essa porraCês pode até achar esquisitoMas serei o mesmo de dez anos independente do que ocorraSó quero dinheiro e uma vida fora de escritórioE vou ser dono dos palcos, não de um consultório

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