Ando sozinho há muito tempovagando sozinho pelas ruas tritesem meio a lamentostentando me perdoarpor um amor perdidotalvez eu seja o único feridodessa guerraque a solidão imperalevantando sua bandeirano meu ermo coraçãotrago no peito apenas um brasãopois não ganhei nenhuma medalhaporque morri no campo de batalhae o meu muro não foi derrubadopelo meu destino ja traçadovocê é meu vÃcio que ate hoje nãodescobri a curaa sentasatez da minha loucuraa coragem pro meu medoda noite escuraa força de um desejo que ainda hoje perduraatirei palavras num inimigo vorazpra encontrar a minha paze ecoaram longe espalhandosuas sementes pelo arpra rosa da liberdade germinar.