Eu fiz de tudo pra esquecerAté sair de casa às 9 da manhãNo primeiro sinaleiro que eu pareiO nome dela, no outdoor de longe, eu avisteiPensei comigo, era só coincidênciaAté parar no posto, na conveniênciaA boca secou naquele instanteEu vi seu nome na lata de refrigeranteFoi um sinalEu que queria tanto terminar com elaJá tô aqui comprando rosas amarelasE se quer saber o fim dessa novelaEu de terno, ela de brancoEntrando na capela