Fale, meu amor, que não me querDiga que você hoje me odeiaFale lentamente que me adoraMaltratando assim meu coração que hoje choraFale que meu prantoà fingimentoMas não se esqueçaQue você é meu tormentoPense o que você quiserFale que fui eu o pecadorEu tenho em minha consciênciaOs restos mortais de um sagrado amorEu tenho em minha consciênciaOs restos mortais de um sagrado amorPense o que você quiserFale que fui eu o pecadorEu tenho em minha consciênciaOs restos mortais de um sagrado amorEu tenho em minha consciênciaOs restos mortais de um sagrado amorEu tenho em minha consciênciaOs restos mortais de um sagrado amor…(Pedro Paulo Mariano – Santa Maria da Serra-SP)