Oi!Pra quem sofreu com a paixão derradeiraVemVai na gira do som tambor vai te libertarCantarDerramar a vida na ladeiraVêBasta um verso de amor pra gente se desnudarPois cada baque solto enverga um corpocontorcendo a cervical, que nem pau de aroeiraE de baque em baque solto, leve, o corpodeixa a roupa no varal e cai na ginga brasileiraTambores de mil cores estampadasno centro da capital simbora lá na ladeiraA voz já vai bem rouca mas não é pouca pra puxar o pessoalÃhâ¦Até o dia amanhecerquando o último passar no cordão da saideiraÃ, basta um surdo e um batáXequerê, gonguê, ganzáEis a nossa catedralÃhâ¦Até o dia amanhecerquando o último passar no cordão da saideiraÃ, nossa rua é o nosso altarNosso Deus também sabe dançarEis a nossa catedralO Santuário do pau de aroeiraCatedral das canelas de fora