Tão falando que eu bebo, e que eu fico viradoSó ando aceleradoDizem que eu bebo demais, tem nada a verDizem que eu viro demais, tem nada a verDizem que eu amo demais, tem nada a verDizem que eu corro demais, tem nada a verSó não dizem, que não é minha, essa culpa inteiraQue quando eu junto com meus manos, a rua e a zoeiraNós sempre viro a noite, e ainda é Segunda-FeiraJá tô sem eira, nem beiraVai, toma esse copo da minha mão!Que quando eu bebo, toco o frevo e faço elas cair no chãoDepois não diz, que eu não aviseiBebo pra ficar louco, e confesso que com álcool fico sem leiToma esse copo da minha mão!Que quando eu bebo, toco o frevo e faço elas cair no chãoDepois não diz, que eu não aviseiBebo pra ficar louco, e confesso que com álcool fico sem leiTodos os lençóis da cama já tão batizadosNa prateleira minha coleção de destiladosNo pé de guerra diário, com meus Âvizin do ladoÂPros » que tenta do dormir, deixa claro que eu tô viradoAcontece que a quÃmica do álcool mexe com a minha menteE a bebida toma conta do meu subconscienteE assume o comando, me leva aonde ela quiserMe faz perder meu juÃzo nas curvas dessa mulherSó não dizem, que não é minha, essa culpa inteiraQue quando eu junto com meus manos, a rua e a zoeiraNós sempre viro a noite, e ainda é Segunda-FeiraJá tô sem eira, nem beiraVai toma esse copo da minha mão!Que quando eu bebo, toco o frevo e faço elas cair no chãoDepois não diz que eu não aviseiBebo pra ficar louco, e confesso que com álcool fico sem leiToma esse copo da minha mão!Que quando eu bebo, toco o frevo e faço elas cair no chãoDepois não diz que eu não aviseiBebo pra ficar louco, e confesso que com álcool fico sem « frei »Dizem que eu bebo demais, tem nada a verDizem que eu viro demais, tem nada a verDizem que eu amo demais, tem nada a verDizem que eu corro demais, tem nada a verHahahaEu tentei avisar, eu tentei avisarToma esse copo da minha mão!Toma!