Quase sempre o amorSurpreende, nos arrebataEsse imenso fulgorContraria a ciência exataà um doce de licorQue aos poucos nos embreagaJa não há mais pudorNo momento em que a luz se apagaVai alem da visãoE não faz distinção de alma nãoSentimento vorazQue é capaz de trazer a calmaà a mistura de corQue aumenta o teor da chamaE assim é o amorSob os olhos de quem se amaCoração, é o seu maior refemComo eu me sinto bemEstá sacramentadoEsse amor que as vezes faz chorarà o que me faz sonharViver sempre ao seu lado