Sintomas do Absurdo – daBossa – letras

Empurra, empurra, vai pro ladoNesse trem sempre lotadoE o senado afetou o meu humorQualquer trabalho há quem queiraA vida não tá brincadeiraMe empresta 100 cruzados por favorMas o banco quer levar a minha casaMeu gerente já perdeu o semancolCom a corda no pescoçoVende a janta, paga o almoçoJá nem lembro como é o pôr do SolEmpurra, empurra, vai pro ladoNesse trem sempre lotadoE o senado afetou o meu humorQualquer trabalho há quem queiraA vida não tá brincadeiraMe empresta 100 cruzados por favorMas o banco quer levar a minha casaMeu gerente já perdeu o semancolCom a corda no pescoçoVende a janta, paga o almoçoJá nem lembro como é o pôr do SolSão os sintomas do absurdoUns com nada e outros com tudoE o pivete não nasceu pra ser doutorE a verdade a ser faladaUns têm sorte na chegadaSai na frente na largada sim, senhorMas é tudo uma questão de ideologiaNo domingo o que salva é o futebolNa tal meritocracia, ensinaram a pescariaSó esqueceram, não tem linha nem anzol

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