Sopram ventos adversosJunto à praia que se quisE há sentimentos dispersosQue são barcos submersosNo mar do que se não dizNos mastros que vão quebrarSoltas velas de cambraiaE é cada remo a tentarMenos um barco no marMais um cadáver na praiaO dia nunca alcançadoMorre em todas as marésE é sempre dia acabadoJunto ao sargaço espalhadoDe tudo o que se não fez