Todos os dias quando eu acordoNõa tenho mais o tempo que passouMa stenho muito tempoTenho todo tempo do mundoTodos os dias antes de dormirlembro e esqueço como foi o diaSem pre em frenteNão temos tempo a perderNosso suor sagradoà bem mais beloQue esse sangue amargoE tão sérioE selvagem, selvagem, selvagemVejo o sol dessa manhã tão cinzaA tempestade que chega é da cor dos seus olhosCastanhosEntão me abraça forteme diz mais uma vezQue já estamos distantes de tudoTemos nosso próprio tempoNão tenho medo do escuroMas deixe as luzes acesasAgoraO que foi escondidoà o que se escondeuE o que foi prometidoNinguém prometeuNem foi tempo perdidoSomos tão jovens