Eu vou contar pra todo mundo uma históriaQue o tempo não apaga e me fascinaDe um homem que ainda vive na memóriaPela glória, sua fama e sua sinaAté hoje não se sabe se ele foiUm herói ou um caubói, um justiceiro cruelEu só sei o que se canta por aÃNo repente da viola, e na poesia do cordelComeçou a sua vida de aventurasNa mais pura intenção da sua leiPela morte do seu pai fez uma juraDe tortura, de vingança, eu não seiSe a coragem confundiram com loucuraFoi terror ou foi bravura nas caatingas do sertãoFoi amigo e devoto de Padim CiçoQue lhe deu de compromisso a patente de capitãoTambém amou…se apaixonou…E conquistou a Maria mais bonitaA morena mais faceira que lhe deu seu coraçãoE o casamento de Santinha e VirgulinoO destino só na morte foi que fez separaçãoEle enfrentou as volantes do NordesteFez o diabo, fez a peste, matou gente como um cãoMesmo assim foi dominado e algemadoE acabou sendo marcado pela força da paixão…