Não sou como pareço , um calmo mar de rosasOnde a brisa sequer ondia minhas águasEu tenho aqui no peito chagas bem expostasQue abalam minha paz e agitam minhas magoasPorque toda alegria em mim se transfiguraJuntando-se ao pesar e as aflições de outroraNão me restando mais um fio pra aventuraPr`um passado feliz que agente lembra e choraPorém ao mergulhar no abismo de meu peitoBuscando o que de bom eu possa ter no fundoRetorna a superfÃcie alegre satisfeitoRetorna a superfÃcie alegre satisfeitoTrazendo em minhas mãos num ofuscar de brilhosA concha de esperança exposta a todo mundoAs perolas de amor que eu trago aqui comigoAs perolas de amorQue eu trago aqui comigoQue eu trago aqui comigoQue eu trago aqui comigoQue eu trago aqui comigoTrazendo em minhas mãos num ofuscar de brilhosA concha de esperança exposta a todo mundoAs perolas de amor que eu trago aqui comigoAs perolas de amorQue eu trago aqui comigoQue eu trago aqui comigo