Vaqueiro Nordestino – Banda 100 Parêa – letras

Sou vaqueiro nordestinoAprendi desde meninoEssa é minha profissãoE já andei de sul ao norteJá dei tombo em gado forteÀ pedido do patrãoE nessa vida de vaqueiroDei carreira em boi ligeiroNo cerrado e no mourãoNo lugar onde eu chegavaO boi na faixa, eu botavaEntão era campeãoSe tinha uma pega de gadoEu chegava encoradoE pegava o boi de mãoEu sabia o que era certoAndava de peito abertoNunca tive uma paixãoUm dia fui convidado pra pegar um touro bravoNa fazenda de um doutorE quando cheguei na fazendaAvistei uma morenaMeu coração palpitouE ela ficou me olhandoEu já fui logo notandoEu estava enfeitiçadoDaquele dia pra cá, eu não paro de lembrarEu estou apaixonadoE só que essa linda flor é a filha do doutorSinto muito em dizerPelo fato d’eu ser pobreA sua família é nobreNunca vai me pertencerEu tô vivendo uma agoniaTô chorando noite e diaO que é que eu vou fazer?A tristeza sempre sobraEstou jogado pras cobrasComecei até beberUm amigo me encontrou, em um bar ele falouO que está fazendo aqui?Então respondi chorandoMeu amigo eu tô gostandoDe quem não serve pra mimE minha vida não tem graçaJá dormi até na praçaSonhando com essa morenaNinguém domina o coraçãoDessa maldita paixãoQue de mim não teve penaEu vou deixar essa fazendaDeixar a cela e a tendaE o cavalo bom de gadoVou viver e outro cantoOnde eu não derrame prantoE esqueça do passadoEu vou viver em outro cantoOnde eu não derrame prantoE esqueça do passado

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