(Ele diz:) »- Olha o céu vermelho que o verniz do que a gente era…não deixa perecer. »(Ela diz:) »- Simples seria não depender de algo tão imperfeito…querer bem, e negar. »Mas se você diz já não me reconhecer, meu bem…Entenda que já não me reconheço, também.Meu Deus, quem sou eu?Eu quase acabo de perder o amor dos meus sonhos.Sem pensar em si, você enfrenta as chamas desse lar…E quase sufoca outra vez.Olha o céu vermelho, que o verniz do que a gente era…não deixa perecer.à sinal de que o amor fez lar em nós também.Mas se você diz já não me reconhecer, meu bem…Entenda que já não me reconheço.E, se esqueço quem eu fui, é pra entender…quem sou eu.