Vida de Poeta – Dalva de Oliveira – letras

Quem ver aquele poetaFalar sobre a dor alheiaÉ capaz de não crerQue de dor ele temA própria vida cheiaEnquanto ele vai falandoDe um amor que o amigo perdeuVai calar no próprio peitoAs dores que já sofreuNão se julga ninguém pela fisionomiaUm sorriso nos lábios não que dizer alegriaUns sabem sofrerAo suportar a maior dorOutros dão cabo da vida por um falso amorEm cada coração há algo ocultoUm ciúme banal ou crime de grande vultoE o poeta vai falando sem pararEmbora muitos desejem fazê-lo calar(Postado por Cláudio Cleudson)

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