Cada vez que ela se vaiEu quase morro de saudadeFico buscando consoloPelas ruas da cidadeVivo andando sozinhoE me entregando a bebendoE morrendo de saudadeDo amor dessa bandidaToda vez que a gente brigaà o mesmo pesadeloA vida vira um infernoQuase entro em desesperoE sempre a mesma historiaEu entrando numa friaVivendo de bar em barBebendo minha agoniaE sofrendo como um loucoVendo amanhecer o diaAi ai ai aiDaria a vida para poder esquecerSe ela não voltaNão tem mais graça viverPeço pra Deus para me deixar morrerAi ai aià muito tenso eu ter que gostar sozinhoO que eu quero é um pouco de carinhoEnquanto isso eu vou pro boteco beber