Ele gosta de um sapato brancoPra cair no sambaA madrugada inteiraEla roda a saia de tamancoCai no samba rockE na gafieiraEle põe o seu chapéu de ladoPisca de um olhoDiz uma besteiraEla chama ele de safadoMas dança com eleAté a saideiraEle gosta de um ziriguidumEla é cheia de « quais quais quais »O malandro é 171Ela finge que não aguenta maisEle toma uma cangibrinaIsso é uma rotinaPra sambar melhorEla enche o copo de cervejaSai torta pro sambaEncharca de suorEle diz que a mulherada é deleQue na malandragemNão tem essa de casarEla diz que pra ficar com elaVai ser diferenteVai ter que mudarEle gosta de um ziriguidumEla é cheia de « quais quais quais »O malandro é 171Ela finge que não aguenta mais