Como vai, homnÃdeo contemporâneo?Ciente dos seus atos, irresponsávelPela sociedade que cativasPela comida que pões em teu pratoHomnÃdeo, levanta e anda e chega no trabalho atrasadoE vai pra fila do supermercadoE vive a mesma vida todos diaE é igual a todos na platéiaInimigo o mundo de manhãE morre mais um pouco a cada diaE nunca conseguiu vencer o tempo, que do tempo ninguém fogeAqui do tempo ninguém fogeA vida que a gente vive nem sempre é a vida que a gente pensaA vida que a gente pensa nem sempre vai se concretizarConcreto no teto da mente abafa as idéias e apaga as vivênciasVivência é só o usar da ciência de não se deixar levarFoi quando aprendi a voar, aprendi a deixar o concreto no chãoComportamentalmente em estado alterado na levitaçãoA vida ficou diferente, eu só vejo as idéias das pessoasA vida ficou diferente, eu só vejo as idéias das pessoas