Quantas vezes implorou por um abrigoEnquanto o sol brilhava no horizonteUma bala que se atira em um alvo certoMais parece um bumerangue que na volta te destróiAcendeu um cigarro pra passar o tempoMas o tempo passou diante deleTentou mudar a direção do ventoMas foi em vãoEle está confuso e iludidoNa sua frente um pedestal iluminadoAonde se deita toda noiteLembrando-se da sinaQue há tempos lhe corróiEle só queria ser amadoQueria ter apenas seus amigosNão queria ser mais um abandonadoSem famÃlia carinho e compreensão