Sobre Cafés e Cafunés – Eduardo Coelho – letras

Moça o amor dóiComo flor se destróiNos acaba e nos reconstróiMoça ela era tudoColoria o meu mundoQue nem mussarelaAssim era elaMas você moça apareceuMe ofereceu o seu caféE até um cafunéTamanha alegria era ver elaSorrindo do jeito delaDe orelha a orelha pra mimNão só pra mimMoça o amor dóiComo flor se destróiNos acaba e nos reconstróiMoça ela era tudoColoria o meu mundoHoje não colore maisTamanha alegria era ver elaSorrindo do jeito delaDe orelha a orelha pra mimNão só pra mimMoça quem és tu?O que tu és?O que você quer de mim?Ou nãoMoçaMas você moça apareceuMe ofereceu o seu caféE até um cafunéMoça

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